quinta-feira, 29 de novembro de 2012

O Papa no Twitter: Bento XVI poderá ser seguido na rede social


O Papa Bento XVI vai entrar no Twitter. Todas as informações sobre o assunto serão anunciadas na próxima segunda, 3 de dezembro, em uma coletiva a ser realizada na Sala de Imprensa da Santa Sé.
Participarão da coletiva o Arcebispo Claudio Maria Celli, presidente do Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais, Dom Paul Tighe, secretário do mesmo dicastério, padre Federico Lombardi, diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, o diretor do “L’Osservatore Romano”, Gian Maria Vian e “Media Advisor” da secretaria de Estado, Greg Burke.
Twitter é uma rede social que permite aos usuários enviar e receber atualizações pessoais e informações em pequenos textos com menos de 140 caracteres via SMS, mensageiro instantâneo, e-mail, site oficial ou programa especializado, em tempo real. O usuário pode seguir qualquer conta que lhe interessar.
O Papa já utilizou os 140 caracteres do Twitter, quando em junho de 2011, lançou o portal de informação do Vaticano www.news.va, com as palavras: “Queridos amigos, eu apenas dei início ao www.news.va. Louvado seja Jesus Cristo! Com minhas orações e bênçãos, Benedictus XVI “.
Fonte: Zenit

A história das redes sociais: como tudo começou

Conheça um pouco mais sobre como surgiram esses serviços que hoje são tão utilizados para conectar as pessoas.


A história das redes sociais: como tudo começou 
(Fonte da imagem: Reprodução/Shutterstock)

Com a popularização da internet a partir dos anos 2000, outro tipo de serviço de comunicação e entretenimento começou a ganhar força: as redes sociais. Atualmente, a variedade de produtos desse mercado é enorme, apresentando inclusive categorias com públicos bem segmentados (alguns deles um tanto quanto bizarros).

Com alternativas que vão muito além de apenas Facebook, Twitter, Orkut e MySpace, nós temos gastado cada vez mais tempo do nosso dia interagindo com outras pessoas através das redes sociais. Para você ter uma noção do que estamos falando, uma pesquisa da ComScore, realizada este ano, revelou que os quase 1 bilhão de usuários da rede de Mark Zuckerberg gastam 405 minutos por mês acompanhando os seus perfis.

Mas você tem ideia de quando e como as redes sociais surgiram? Quais foram os serviços pioneiros ou o que podemos esperar desses serviços daqui para frente? Neste artigo, nós vamos responder a esses e outros questionamentos. Boa leitura e aproveite para compartilhar o link deste texto com seus amigos e familiares por seus perfis!


Os primórdios da sociabilidade virtual


Antes de nos aprofundarmos na história das redes sociais, precisamos ao menos citar a direta relação desses serviços com as mídias sociais, um grupo maior de mecanismos com os quais as pessoas são capazes de compartilhar informações, imagens, vídeos e arquivos de áudio.
A história das redes sociais: como tudo começou
(Fonte da imagem: Reprodução/Shutterstock)


Obviamente, essas atividades são extremamente simples quando pensamos nas suas execuções através dos parâmetros de internet que temos hoje em dia. Contudo, algumas delas eram possíveis muito antes do “boom” da rede mundial de computadores.

Primeiros passos


Os primeiros relatos de serviços que possuem características de sociabilizar dados surgem no ano de 1969, com o desenvolvimento da tecnologia dial-up e o lançamento do CompuServe — um serviço comercial de conexão à internet em nível internacional muito propagado nos EUA.

Outro passo importante nessa evolução foi o envio do primeiro email em 1971, sendo seguido sete anos mais tarde pela criação do Bulletin Board System (BBS), um sistema criado por dois entusiastas de Chicago para convidar seus amigos para eventos e realizar anúncios pessoais. Essa tecnologia usava linhas telefônicas e um modem para transmitir os dados.


Aproximando-se do que conhecemos hoje


Os anos seguintes, até o início da década de 90, foram marcados por um grande avanço na infraestrutura dos recursos de comunicação. Por exemplo, em 1984 surgiu um serviço chamado Prodigy para desbancar o CompuServe — feito alcançado uma década depois.
A história das redes sociais: como tudo começou 

(Fonte da imagem: Reprodução/iStock)

Contudo, o fato mais marcante desse período foi quando a America Online (AOL), em 1985, passou a fornecer ferramentas para que as pessoas criassem perfis virtuais nos quais podiam descrever a si mesmas e criar comunidades para troca de informações e discussões sobre os mais variados assuntos. Anos mais tarde (mais precisamente 1997), a empresa implementou um sistema de mensagens instantâneas, o pioneiro entre os chats e a inspiração dos “menssengers” que utilizamos agora.


Seguir, compartilhar, curtir e muito mais


Enfim, as redes sociais...


O ano de 1994 marca a quebra de paradigmas e mostra ao mundo os primeiros traços das redes sociais com o lançamento do GeoCities. O conceito desse serviço era fornecer recursos para que as pessoas pudessem criar suas próprias páginas na web, sendo categorizadas de acordo com a sua localização. Ele chegou a ter 38 milhões de usuários, foi adquirido pela Yahoo! cinco anos depois e foi fechado em 2009.

Outros dois serviços foram anunciados em 1995 — esses com características mais claras de um foco voltado para a conectividade entre pessoas. O The Globe dava a liberdade para que seus adeptos personalizassem as suas respectivas experiências online publicando conteúdos pessoais e interagindo com pessoas que tivessem interesses em comum.

A história das redes sociais: como tudo começou 

(Fonte da imagem: Reprodução/Shutterstock)

Por sua vez, o Classmates visava disponibilizar mecanismos com os quais os seus usuários pudessem reunir grupos de antigos colegas de escola e faculdade, viabilizando troca de novos conhecimentos e o simples ato de marcar reencontros. Essa rede social ultrapassou 50 milhões de cadastros e sobrevive até hoje, mas com um número menor de participantes.


Acompanhando o “boom”


Por volta dos anos 2000, a internet teve um aumento significativo de presença no trabalho e na casa das pessoas. Com isso, as redes sociais alavancaram uma imensa massa de usuários e a partir desse período uma infinidade de serviços foram surgindo.

Em 2002, nasceram o Fotolog e o Friendster. Esse primeiro produto consistia em publicações baseadas em fotografias acompanhadas de ideias, sentimentos ou o que mais viesse à cabeça do internauta. Além disso, era possível seguir as publicações de conhecidos e comentá-las. O Fotolog ainda existe, tem cerca de 32 milhões de perfis, já veiculou mais de 600 milhões de fotos e está presente em mais de 200 países.

Por sua vez, o Friendster foi o primeiro serviço a receber o status de “rede social”. Suas funções permitiam que as amizades do mundo real fossem transportadas para o espaço virtual. Esse meio de comunicação e socialização atingiu 3 milhões de adeptos em apenas três meses — o que significava que 1 a cada 126 internautas da época possuía uma conta nele.

A história das redes sociais: como tudo começou 

(Fonte da imagem: Reprodução/Shutterstock)

Em seguida, ao longo de 2003, foram lançados o LinkedIn (voltado para contatos profissionais) e o MySpace (que foi considerado uma cópia do Friendster). Ambos ainda estão no ar e com um uma excelente reputação. Atualmente, o LinkedIn conta com mais de 175 milhões de registros (sendo 10 milhões deles brasileiros) e o MySpace marca 25 milhões apenas nos EUA — embora esse número já tenha sido maior.


Anos vindouros


Eis que chegamos à época em que as redes sociais caíram no gosto dos internautas e viraram máquinas de dinheiro. 2004 pode ser considerado o ano das redes sociais, pois nesse período foram criados o Flickr, o Orkut e o Facebook — algumas das redes sociais mais populares, incluindo a maior de todas até hoje.

Similar ao Fotolog, o Flickr é um site para quem adora fotografias, permitindo que as pessoas criem álbuns e compartilhem seus acervos de imagens. Atualmente, aproximadamente 51 milhões de pessoas usufruem de seus recursos.

O Orkut dispensa apresentação. A rede social da Google foi durante anos a mais usada pelos internautas brasileiros, até perder seu título para a criação de Mark Zuckerberg em dezembro de 2011. Um dos levantamentos mais recentes aponta que cerca de 29 milhões de pessoas ainda o utilizam.

A história das redes sociais: como tudo começou 
(Fonte da imagem: Reprodução/Shutterstock)

Apesar de ter sido criado em 2004, dentro do campus da Universidade de Harvard, o Facebook só chegou à grande massa de usuários no ano de 2006. De lá para cá, a rede social é sinônimo de sucesso e crescimento (inclusive em terras tupiniquins), superando a incrível marca de 908 milhões de pessoas cadastradas. Hoje, a marca está avaliada em US$ 104 bilhões.

Um dos grandes desejos de Zuckerberg é comprar o Twitter, o microblog revelado em 2006 e que atualmente é aquele que mais chega perto do Facebook em número de adeptos, tendo 500 milhões de registros — embora a estimativa é de que “apenas” 140 milhões o utilizam com frequência.

A mais recente rede social a entrar nessa complicada disputa é o Google+, um dos mais novos serviços da gigante de Mountain View. Lançado oficialmente em 2011, esse serviço tem por volta de 400 milhões de inscritos (somente 25% deles estão ativos). Embora ainda esteja muito longe de assustar o líder do segmento, a Google não tem poupado investimentos e esforços para que o seu produto cresça. Contudo, por enquanto, ele ainda não vingou e o volume de informações compartilhado pelo Google+ ainda é relativamente baixo.

O que podemos esperar das redes sociais


E quais seriam os próximos passos das redes sociais? Relatórios recentes apontam que esse tipo de serviço atrai mais de 1 bilhão de pessoas, o que representa cerca de um sétimo da população total do planeta. Isso significa que os sites de relacionamento ainda têm muito para crescer.

Além disso, alguns especialistas em mídias sociais acreditam que o futuro dos serviços de comunicação e interação está em produtos de código aberto, como a Diaspora. Essa rede social, a qual você também pode ajudar a desenvolver, surgiu como uma alternativa mais segura para o Facebook.

No início, apenas um grupo seleto de pessoas teve acesso ao serviço de relacionamento, mas no final do ano passado ele liberou um número bem maior de convites. Contudo, o site ainda não decolou e, ao que parece, pode estar sendo substituído por um site de compartilhamento de memes, o Makr.io.


Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/redes-sociais/33036-a-historia-das-redes-sociais-como-tudo-comecou.htm#ixzz2Df9eroMz

Fonte: TecMundo

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Encontro virtual da RIIAL, Pe. Clóvis explica a finalidade da rede


(RV) - RealAudioMP3O Pontifício Conselho das Comunicações Sociais (PCCS) e o Conselho Episcopal Latino-Americano (CELAM), com o Comitê da Rede Informática da Igreja na América Latina (RIIAL), promovem nesta sexta-feira, 23, um encontro virtual em nível continental, com o tema “Viver e transmitir a fé nas redes sociais”.
A finalidade do encontro é compartilhar as experiências e as iniciativas mais recentes promovidas na América Latina sobre este tema, e elaborar juntos a agenda para o próximo ano de 2013.
O encontro virtual da RIIAL será realizado no final da tarde e terá a participação do Presidente do Pontifício Conselho, Dom Claudio Maria Celli, e do Presidente do Departamento de Comunicação do CELAM, Dom Adalberto Martinez.
Sobre a RIIAL nós conversamos com o Assessor de Comunicação da CNBB, Pe. Clóvis Andrade.

Signis Brasil e representantes das TVs Católicas estudam a TV Digital


SignisTVDigital2012
Cumprindo a sua missão de animar, unir e congregar todos os meios de comunicação católicos, a Signis Brasil realizou na quarta-feira, 21 de novembro, o último encontro de 2012 com os representantes das TVs Católicas, com a presença do presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação da CNBB, dom Dimas Lara Barbosa. A reunião foi realizada em São Paulo (SP).

Estavam presentes os representantes da TV Século XXI, Rede Vida de Televisão, TV Imaculada Conceição, TV Aparecida, TV Canção Nova e TV Evangelizar. A pauta do encontro foi a digitalização da televisão no Brasil, com a assessoria do engenheiro Olímpio José Franco, novo presidente da Sociedade de Emissoras de Televisão (SET).

Os participantes também discutiram os preparativos para a cobertura da Jornada Mundial da Juventude Rio 2013, em que cada emissora já tem a sua tarefa com o seu grupo. A presidente da Signis Brasil, Ir. Helena Corazza, falou aos presentes sobre a visita do Secretário Adjunto de Signis Mundial, Ricardo Yañez.

A assessora da Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação, Ir. Élide Fogolari, explicou o andamento da elaboração do Diretório de Comunicação da Igreja no Brasil, que está agora na fase de consultas e deverá ser apreciado pelo episcopado na próxima Assembleia Geral da CNBB. Os participantes também trataram dos preparativos para o 8º Mutirão de Comunicação, em Natal (RN) e a Primeira Assembleia de Signis Brasil.

Fonte: CNBB

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Transmitir a fé através das redes sociais: um encontro "virtual" para o Ano da Fé

O Pontifício Conselho das Comunicações Sociais (PCCS) e o Conselho Episcopal Latino-Americano (CELAM), com o Comitê da Rede Informática da Igreja na América Latina (RIIAL), promovem um encontro virtual em nível continental, com o tema “Viver e transmitir a fé nas redes sociais”.

A finalidade do encontro é compartilhar as experiências e as iniciativas mais recentes promovidas na América Latina sobre este tema, e elaborar juntos a agenda para o próximo ano de 2013.

O encontro virtual da RIIAL será realizado no dia 23 de novembro, sexta-feira, das 16h às 19h (horário de Roma). Terá a participação do Presidente do Pontifício Conselho, Dom Claudio Maria Celli, e do Presidente do Departamento de Comunicação do CELAM, Dom Adalberto Martinez.

Tratando-se de um encontro virtual por meio do portal episcopo.net, é necessário reservar a própria participação no endereço riial@pccs até 21 de novembro, para obter as informações sobre o acesso.

Fonte: Rádio Vaticana